Gosto de misturar tintas, pinceladas de vários tons, de dar cor e vida ás palavras numa tela, com cores vivas e alegres,positivas,rabiscos de mil cores, de forma abstracta ou geométrica ou mesmo pintar a preto e branco sem que isso signifique algo negativo.
Mas gosto também de as soltar numa folha em branco, deixá-las fluir, criar e escrever, escrever..., até onde der a inspiração, viajar por outros mundos,outros mares, brincar com as palavras e com os seus inúmeros significados, por vezes é como se estivesse numa ilha e surgi-se de repente na água, uma garrafa com um papel em branco pedindo que eu escrevesse o que me ia na imaginação.
Claro que para a escrita nascer, para descobrir novos saberes, novas palavras e significados, há algo necessário que adoro, ler. É algo indispensável, seja real ou fantástico, ao ler dou por mim a viajar, a recuar ou avançar no tempo, a viver noutro planeta,noutra era, a encenar diversas personagens, que sem a leitura não seria possível.
No entanto não pensem que nas artes me fico por aqui,pois algo que também adoro é misturar sabores, criar novos pratos e por alguma arte nos mesmos, misturando um pouco dos 4 cantos do mundo dando um toque especial a cada coisa.
Como dizia o poeta, " o Homem sonha, a obra nasce".
Susana Garcia
"A sabedoria suprema é ter sonhos bastante grandes para não se perderem de vista enquanto os perseguimos" Faulkner . Conteúdo protegido por copyright © 2008
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Ontem faleceu o grande actor António Feio
António Jorge Peres Feio (Lourenço Marques, 6 de Dezembro de 1954 — Lisboa, 29 de Julho de 2010) foi um actor e encenador português condecorado, a 27 de Março de 2010, com o grau honorífico de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.[1]
Viveu em Moçambique até aos sete anos, tendo-se instalado em Lisboa, com a família. Estreou-se aos onze no teatro, com a peça de Miguel Torga, O Mar, dirigida por Carlos Avilez, no Teatro Experimental de Cascais. Chega cedo à televisão e ao cinema, participando ainda em folhetins na rádio e campanhas publicitárias. Em 1969, profissionalizado na companhia teatral de Laura Alves, volta a Moçambique, em digressão com a peça Comprador de Horas. Retirou-se dos palcos, tendo trabalhado como desenhador num atelier de arquitectos. Em 1974 está, de novo, no Teatro Experimental de Cascais, de onde sai para formar, com Fernando Gomes, o Teatro Aquarius. Passa de seguida para a Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira, Teatro Popular-Companhia Nacional I, sob a direcção de Ribeirinho, Teatro São Luiz, Teatro Adóque, Teatro ABC, Casa da Comédia, Teatro Aberto, Teatro Variedades, Teatro Nacional D. Maria II.
Começa a encenar com o espectáculo Pequeno Rebanho Não Desesperes de Christian Giudicelli, na Casa da Comédia. Segue-se Vincent de Leonard Nimoy, no Teatro Nacional D. Maria II e O Verdadeiro Oeste de Sam Shepard, no Auditório Carlos Paredes. Faz, como actor, Inox-Take 5 (1993) com José Pedro Gomes e é o início de um trabalho em conjunto e de uma "dupla" que dura até aos dias de hoje. Começa a dirigir cursos de formação de actores no Centro Cultural de Benfica e forma com vários alunos alguns grupos: O Esquerda Baixa e o Pano de Ferro, e com eles faz alguns espectáculos. Seguem-se muitas outras encenações sendo as mais importantes: A Partilha de Miguel Fallabela e O Que diz Molero de Diniz Machado (Teatro Nacional D. Maria II); Perdidos em Yonkers de Neil Simon e Duas Semanas com o Presidente de Mary Morris (CCB e Teatro Nacional S. João); Conversa da Treta de José Fanha (Auditório Carlos Paredes); O Aleijadinho do Corvo de Martin McDonagh (Visões Úteis/ Teatro Rivoli); Arte de Yasmina Reza (Teatro Nacional S. João); Bom Dia Benjamim de Nuno Artur Silva, Luís Miguel Viterbo e Rui Cardoso Martins (CCB e Expo98); Portugal Uma Comédia Musical de Nuno Artur Silva e Nuno Costa Santos (Teatro São Luiz); Popcorn de Ben Elton ao lado de Helena Laureano, Deixa-me Rir de Alistair Beaton,Jantar de Idiotas e O Chato de Francis Veber (Teatro Villaret).
Para além do teatro fez televisão (popularizou-se em sitcoms como Conversa da Treta ou programas como 1, 2, 3); algum cinema (com Alfredo Tropa, Eduardo Geada, Luís Filipe Costa e Fernando Fragata), traduções e muitas dobragens. Mantinha-se na rádio com uma crónica humorística na TSF. Acabou por falecer aos 55 anos, na unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz, vítima de um cancro no pâncreas contra o qual lutava há largos meses.
António Feio partiu mas não sem antes nos deixar com esta importante e interessante mensagem.
Viveu em Moçambique até aos sete anos, tendo-se instalado em Lisboa, com a família. Estreou-se aos onze no teatro, com a peça de Miguel Torga, O Mar, dirigida por Carlos Avilez, no Teatro Experimental de Cascais. Chega cedo à televisão e ao cinema, participando ainda em folhetins na rádio e campanhas publicitárias. Em 1969, profissionalizado na companhia teatral de Laura Alves, volta a Moçambique, em digressão com a peça Comprador de Horas. Retirou-se dos palcos, tendo trabalhado como desenhador num atelier de arquitectos. Em 1974 está, de novo, no Teatro Experimental de Cascais, de onde sai para formar, com Fernando Gomes, o Teatro Aquarius. Passa de seguida para a Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira, Teatro Popular-Companhia Nacional I, sob a direcção de Ribeirinho, Teatro São Luiz, Teatro Adóque, Teatro ABC, Casa da Comédia, Teatro Aberto, Teatro Variedades, Teatro Nacional D. Maria II.
Começa a encenar com o espectáculo Pequeno Rebanho Não Desesperes de Christian Giudicelli, na Casa da Comédia. Segue-se Vincent de Leonard Nimoy, no Teatro Nacional D. Maria II e O Verdadeiro Oeste de Sam Shepard, no Auditório Carlos Paredes. Faz, como actor, Inox-Take 5 (1993) com José Pedro Gomes e é o início de um trabalho em conjunto e de uma "dupla" que dura até aos dias de hoje. Começa a dirigir cursos de formação de actores no Centro Cultural de Benfica e forma com vários alunos alguns grupos: O Esquerda Baixa e o Pano de Ferro, e com eles faz alguns espectáculos. Seguem-se muitas outras encenações sendo as mais importantes: A Partilha de Miguel Fallabela e O Que diz Molero de Diniz Machado (Teatro Nacional D. Maria II); Perdidos em Yonkers de Neil Simon e Duas Semanas com o Presidente de Mary Morris (CCB e Teatro Nacional S. João); Conversa da Treta de José Fanha (Auditório Carlos Paredes); O Aleijadinho do Corvo de Martin McDonagh (Visões Úteis/ Teatro Rivoli); Arte de Yasmina Reza (Teatro Nacional S. João); Bom Dia Benjamim de Nuno Artur Silva, Luís Miguel Viterbo e Rui Cardoso Martins (CCB e Expo98); Portugal Uma Comédia Musical de Nuno Artur Silva e Nuno Costa Santos (Teatro São Luiz); Popcorn de Ben Elton ao lado de Helena Laureano, Deixa-me Rir de Alistair Beaton,Jantar de Idiotas e O Chato de Francis Veber (Teatro Villaret).
Para além do teatro fez televisão (popularizou-se em sitcoms como Conversa da Treta ou programas como 1, 2, 3); algum cinema (com Alfredo Tropa, Eduardo Geada, Luís Filipe Costa e Fernando Fragata), traduções e muitas dobragens. Mantinha-se na rádio com uma crónica humorística na TSF. Acabou por falecer aos 55 anos, na unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz, vítima de um cancro no pâncreas contra o qual lutava há largos meses.
António Feio partiu mas não sem antes nos deixar com esta importante e interessante mensagem.
domingo, 25 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Dia mundial do livro

Foto de Rui Norte
Este dia importante é celebrado hoje,dia do livro, e por ser este dia há que dizer que se deve ler mais e incentivar também as crianças a gostar de ler livros.
É importante para a nossa cultura ler um livro seja de que estilo for,um livro é sempre um amigo,uma companhia até para quem está só,um livro é mágico e devemos deixar-nos levar pela sua magia transcrita em cada página,deixar-nos levar pelas histórias,pelas personagens,viver e sentir o que está escrito como se estivéssemos a ver um filme, a fazer uma viagem,como se fossemos nós uma das personagens da história.
Sempre que puderem leiam,comprem algum livro ou vão a alguma biblioteca.
Agora caros leitores tenham uma boa noite e leiam um livro antes de ir dormir,contem uma história aos vossos filhos,lembrem-se sempre de agarrar num livro e ler,é um desporto muito saudável que sabe muito bem e não custa muito fazer.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Nos teus olhos...

Vejo na tua irís,
desenhada a minha alma.
Os pensamentos fluem...
de acordo com a maré
que vagueia nos teus olhos.
Quando negros,
a tua face é toda ela um rio...
por onde corre toda a água
que escorre
do mar azul dos teus olhos.
Mas quando brilham,
os teus olhos transformam-se
como se fossem feitos de ouro...
como se o pôr do sol
se pusesse sobre o teu mar,
e o pintasse com os seus tons dourados
lançando clarões de fogo
que incendeiam a minha alma.
Susana Garcia
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sinto-te

Sinto...
o calor do teu sangue a correr desenfreado pelas veias,
o calor dos beijos que pregas na minha face rosada.
Sinto...
a tua presença
um sinal que estás bem perto.
Sinto...
o calor dos teus braços,
do teu corpo que me envolve.
A tua luz entra por mim,
incendeia-me o coração
derrete-me a alma.
Tudo não passa de um sonho,
mas ao despontar a manhã acordo,
deparo-me com o teu corpo ao meu lado,
toco na tua pele suave e vejo que és real,
que não estava a sonhar...
Amarfanho-te os cabelos,
não tenho pressa para me levantar,
tenho sede dos teus abraços,
fome dos teus beijos...
fico aninhada na tua concha,
envolvida pelo teu calor
sentindo o prazer de te ter ali bem perto
todo só para mim.
Susana Garcia
mostro-te caminhos

caminhamos eu e tu de mãos dadas,
por uma estrada sem fim...
uma estrada,
rodeada de vales verdejantes
de esperança...
de campos semeados de rosas,
que envolvem todo o caminho com o seu aroma e as suas cores.
Continuamos a caminhar,
e vemos animais a pastar
que veêm espreitar pelas redes para ver quem passa...
parecendo querer também vir caminhar por essa estrada.
Ao longe,
vemos nesse caminho um rio de frescura
sim, não é um rio feito de lágrimas...
porque nesta estrada de descobertas
vou agora com toda a minha força mostrar-te
caminhos desconhecidos e mágicos,
caminhos onde nascem os sonhos...
caminhos que transbordam amor.
Susana Garcia
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
frase do dia
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
A flauta mágica que vivia na floresta

A flauta mágica vivia na floresta e por lá passeava desde o nascer do sol até o sol se pôr, altura em que regressava ao seu cantinho para ir dormir assim como todos os outros habitantes dessa enorme casa verde também ela cheia de esconderijos mágicos.
De manhã quando acordava, a pequena flauta já estava afinada e preparada para encher de sons a floresta ainda silenciosa,tocava notas suaves que despertavam todos os seres e passeava-se por entre as árvores e ninhos e por todas as tocas que existiam naquele seu mundo.
Tinha tanta magia a sua melodia que chegava até ao recanto mais fundo e mais longiquo da floresta e todos os animais quando o sol raiava ganhavam uma nova vida e uma nova força para a sua árdua tarefa de procurar alimentos e ficavam tão contentes com os sons da pequena flauta que muitas vezes a trabalharem iam cantando o que a flauta entoava todos os dias.
Quando o sol se punha e todos os animais recolhiam aos seus aposentos a melodia da flauta mágica transformava-se numa canção de embalar que a todos fazia adormecer e a pequena flauta regressava assim ao seu cantinho onde vivia na imensa floresta...
Susana Garcia
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A menina de tranças que gostava muito de andar de baloiço

A menina de tranças saia todos os dias de casa cedo para ir para a escola mas antes passava pelo jardim em frente da sua casa para fazer o que mais gostava , andar de baloiço.
Sentava-se a baloiçar para cá e para lá ao sabor do vento e não parava, as suas pernas balançavam para a frente e para trás e a menina cada vez chegava mais alto.
As suas tranças esvoaçavam e todos os seres lá em baixo pareciam minúsculos, ouviam-se vozes a dizer para a menina descer pois ja´estava muito no alto mas ninguém a conseguia convencer, a menina não parava de baloiçar.
Quando as suas tranças tocavam no céu, ai sim a menina parava, passeava por cima daquele manto fofo de nuvens que mais lhe pareciam ser feitas de algodão doce que tanto gostava, saltava de nuvem em nuvem e deitava-se sobre essas nuvens de sonho deixando-se ficar por uns momentos a sonhar e até nos sonhos baloiçava.
Chegava a hora de acordar para apanhar o seu autocarro e ai a menina começava a descer lentamente sempre a baloiçar para cá e para lá por entre as árvores e lá vinham as suas tranças sempre a esvoaçar e a menina baloiçava sempre num ritmo certo até que regressava finalmente a Terra e os seus pés pisavam o chão do jardim parando a menina de baloiçar e assim acabava mais uma viagem de baloiço...
Susana Garcia
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Manias na hora de ler - blogagem colectiva de outubro do blogue vou de colectivo
Adoro ler, leio quase tudo o que tem letras,jornais,revistas,e livros muitos livros de vários estilos que gosto,leio também poesia e textos que se partilha no formato digital,por aqui pela internet.
Adoro ler poesia e prosa,vários estilos,e ao ler por vezes acontece-me divagar e viajar para onde a história do livro foi passada,e visualizar também o cenário onde se está a paasar a história,tal e qual um filme.
Para ler um livro ,prefiro principalmente á noite antes de ir dormir mas por vezes acontece-me ler também de tarde por exemplo em férias ou num fim de semana,e no caso dos jornais e revistas posso também ler da parte de manhã para estar actualizada com noticias fresquinhas do dia.
Gosto de ler de noite na cama,no vale de lençóis ou ler num sofá confortável,nas férias posso também ler num local calmo perto da natureza,como a praia ou o campo.
Quanto ás revistas e jornais,posso ler por exemplo na mesa do café se forem disponibilizados jornais do dia, ou em casa poderei também ler á mesa se estou a comer sozinha.
Para ler e escolher o livro que quero, leio um pouco da história ou do resumo antes de começar ou de comprar um livro e ai vejo se me agrada,é assim que escolho.
Por vezes acontece-me reler um livro que já tinha lido há um tempo se tinha alguma história que me agradou imenso.
É muito bom ler porque aperfeiçoa muitas capacidades,aumenta o nosso conhecimento,as nossas competências,e é sempre uma boa experiência,muitas vezes faz-nos viajar e sonhar e há mesmo aqueles livros que nos prendem até ao fim que não apetece largar,apetecendo até ler todo no mesmo dia.
Gosto também de escrever, e gostava até de um dia escrever um livro.
Ler para alguém não costumo fazer,mas acho um trabalho interessante e gratificante,pessoas que são voluntárias e que leêm para pessoas doentes ou que já não tem vista para ler ,já naõ conseguem ler mas adoram os livros e adoram ler.
Adoro ler poesia e prosa,vários estilos,e ao ler por vezes acontece-me divagar e viajar para onde a história do livro foi passada,e visualizar também o cenário onde se está a paasar a história,tal e qual um filme.
Para ler um livro ,prefiro principalmente á noite antes de ir dormir mas por vezes acontece-me ler também de tarde por exemplo em férias ou num fim de semana,e no caso dos jornais e revistas posso também ler da parte de manhã para estar actualizada com noticias fresquinhas do dia.
Gosto de ler de noite na cama,no vale de lençóis ou ler num sofá confortável,nas férias posso também ler num local calmo perto da natureza,como a praia ou o campo.
Quanto ás revistas e jornais,posso ler por exemplo na mesa do café se forem disponibilizados jornais do dia, ou em casa poderei também ler á mesa se estou a comer sozinha.
Para ler e escolher o livro que quero, leio um pouco da história ou do resumo antes de começar ou de comprar um livro e ai vejo se me agrada,é assim que escolho.
Por vezes acontece-me reler um livro que já tinha lido há um tempo se tinha alguma história que me agradou imenso.
É muito bom ler porque aperfeiçoa muitas capacidades,aumenta o nosso conhecimento,as nossas competências,e é sempre uma boa experiência,muitas vezes faz-nos viajar e sonhar e há mesmo aqueles livros que nos prendem até ao fim que não apetece largar,apetecendo até ler todo no mesmo dia.
Gosto também de escrever, e gostava até de um dia escrever um livro.
Ler para alguém não costumo fazer,mas acho um trabalho interessante e gratificante,pessoas que são voluntárias e que leêm para pessoas doentes ou que já não tem vista para ler ,já naõ conseguem ler mas adoram os livros e adoram ler.
Solidão

Já pensaram o que é chegar a casa todos os dias e só ver paredes em branco,
Espreitar pela janela poder ver o sol , mas em casa só ver o vazio
Não ter com quem falar , partilhar os acontecimentos do dia-a-dia,
Contar uma piada
Não ter quem dê carinho , nem a quem dar um abraço e beijinhos
Ter dinheiro mas não ter ninguém com quem gastar com algo que gostamos
Quer preparar alguma refeição mas não ter ninguém com quem partilhar e que a possa saborear.
É assim a vida de quem está só , claro que por vezes há necessidade de se estar só ,
De reflectir,olhar para dentro de nós
Ou há aqueles dias em que não apetece ver nem falar com ninguém,
Mas não são todos os dias.
Também se pode sentir solidão mesmo ao estarmos acompanhados por muitas pessoas,mas se as desconhecermos ou não nos interessarem e nos apetecesse mais estar com um amigo nosso que possivelmente pode estar só , ai também se pode sentir solidão.
Imaginem certas alturas festivas do ano
Por exemplo a data de aniversário, alguém que está só não poderá festejar ,não vai ter a alegria desse momento.
E estamos agora quase a chegar principalmente a uma altura critica , o Natal, altura em que as familias ,principalmente se forem familias grandes que se deêm bem em que haja muito amor,que tenham muitas crianças, por vezes essas familias até vão passar ás suas terras e teêm um Natal diferente,mas imaginem essas pessoas estão á volta de uma mesa cheia de comida ,doces, com muita gente a conversar,a rir-se ,muito divertidos, a casa toda decorada ,uma árvore de Natal grande cheia de presentes e a alegria das crianças perante esse cenário todo,mas e quem está só?
Olha para uma parede está vazia,
Possivelmente nem tem árvore de Natal ou tem mas sem nenhum presente para abrir
Tem uma mesa mas ninguém lá sentado , sem ter com quem partilhar alguma comida nesse dia,sem ter amor, é mais um dia igual aos outros.
E o Ano Novo , em que as pessoas veêm o fogo de artificio ,vão festejar , pensam em desejos para o ano seguinte com esperança que seja melhor ,mas para quem está só existe a esperança mas é tudo igual e é mais um dia.
E a solidão não é sentida apenas pelos idosos,nos nossos dias existem também jovens que o sentem.
5 minutos do nosso tempo é uma eternidade para quem está só...
Pensem nisto amigos
Em como seriam melhor os dias se fizessemos companhia e visitássemos um amigo que está só, fazia sentirmo-nos melhor ,
Já imaginaram depois de um dia stressante ,
Depois de um dia chato de trabalho
Se estivermos em casa sem nada para fazer ou que apeteça fazer
Irmos visitar um amigo que está só,
Que bom é , termos companhia
Dar-mos carinho
Conversar-mos,
Divertirmo-nos
Comer-mos uns petiscos bons
Fazermos alguém feliz mesmo que só por umas horas já faz a diferença
E faz-nos sentir felizes também.
Susana Garcia
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
blogagem colectiva do blogue ideias de milene- como você escolhe os amigos

Não tenho nenhuma técnica especial para escolher os amigos, não os escolho pela cor da pele, pela idade, pelo sexo ,para mim se tiverem alguns gostos em comum comigo,se gostarem de partilhar, se eu vir que são boas pessoas, simpáticas , que gostam de conversar e que prezam a amizade e se gostarem de mim como amiga então serão meus amigos ,claro que há os melhores amigos aqueles mesmo verdadeiros, há os amigos e os conhecidos,os amigos virtuais, mas não tenho uma técnica especifica para os escolher e tenho bons amigos,verdadeiros,especiais,daqueles que ficam guardados cá dentro e são para sempre.
Decepções ,sim já aconteceu algumas de amigos que afinal não eram assim tão amigos,não mereciam a amizade e ajuda dada a eles, e enfim talvez esses tenham sido mal escolhidos.
Decepções ,sim já aconteceu algumas de amigos que afinal não eram assim tão amigos,não mereciam a amizade e ajuda dada a eles, e enfim talvez esses tenham sido mal escolhidos.
Dos verdadeiros aqui ficam mas há mais ....
sábado, 19 de setembro de 2009
Uma carta para mim - blogagem do 1º aniversário do blogue da Elain

Uma carta para mim
Olá doce e querida Susana,
Estou a escrever-te esta carta para saber como estás, que tal está a ser a vida na cidade , os progressos alcançados, os amigos que fizeste.
Queria dizer-te também com esta carta em resposta ao que já tinhamos falado há algum tempo atrás, que deves continuar com as tuas artes com a tua maravilhosa escrita, deves treinar e fazer cada vez melhor pois dá sempre prazer ler os teus belos poemas.
Continua sempre com a tua garra de leoa e a lutar e mais importante sonhar sempre,sê sempre como tens sido para os teus amigos e para todas as pessoas de quem gostas,sempre a tentares ajudar seja com uma boa conversa, a dares alguns conselhos seja mesmo a seres prestável como se deve ser e sê assim sempre como tens sido para a tua mãe para que tenha sempre um sorriso.
Continua a ser quem és, sempre com o teu carinho , com esse teu grande coração e sempre a amar.
Eu cá vou indo neste meu mundo, mas queria muito deixar estas palavras para ti e tenho a certeza que as vais ler atentamente.
Assim me despeço sempre na esperança de continuar a ter novidades tuas
beijinhos
Susana
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